Estimulação cerebral não invasiva como complemento ao tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo, junto com a psicoterapia e o acompanhamento psiquiátrico.
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) envolve pensamentos que invadem a cabeça sem a pessoa querer, chamados obsessões, e atos repetidos para aliviar a angústia, chamados compulsões. Lavar as mãos muitas vezes, conferir portas e organizar objetos de um jeito fixo são exemplos comuns.
Não se trata de mania ou frescura. O TOC pode tomar horas do dia e atrapalhar trabalho, estudo e relações. O tratamento de base é a psicoterapia, em especial a terapia cognitivo-comportamental, e muitas vezes a medicação indicada pelo psiquiatra.
Os estudos com estimulação cerebral não invasiva no TOC miram circuitos ligados aos pensamentos repetitivos e ao controle dos impulsos. A técnica pode ser considerada como complemento, principalmente quando o tratamento habitual não trouxe a resposta esperada.
Na Magvida, as sessões não substituem a psicoterapia nem o psiquiatra. A equipe conversa com os profissionais que já cuidam de você, quando você autoriza.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, com a equipe ao lado durante todo o tempo.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é somada à psicoterapia e ao acompanhamento psiquiátrico, sem substituir nenhum deles.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não há promessa de cura. Ela é estudada como complemento ao tratamento, e a resposta varia de pessoa para pessoa.
Não. Qualquer ajuste de medicação é decidido pelo psiquiatra, nunca pela clínica.
Sim. A psicoterapia segue sendo a base do tratamento do TOC.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.