Estimulação cerebral não invasiva estudada como apoio à memória e à rotina nas fases iniciais do Alzheimer e de outras demências, com a família por perto.
Demência é a perda progressiva da memória e de outras funções do pensamento, a ponto de atrapalhar a vida diária. O Alzheimer é a causa mais comum, mas existem outras, como a demência vascular e a demência com corpos de Lewy.
O diagnóstico é feito pelo neurologista, geriatra ou psiquiatra. O cuidado junta medicação, estímulo cognitivo, atividade física, vida social e apoio à família.
A estimulação cerebral não invasiva é estudada como apoio à memória e à linguagem, em geral nas fases leves da doença e somada a atividades de estímulo cognitivo. Os resultados ainda são variados, e o uso segue em estudo.
Na Magvida, a indicação é feita com a família e com o médico que acompanha o caso. A estimulação não freia nem reverte a doença, e isso é dito com clareza desde a primeira conversa.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, acopladas a exercícios orientados pela equipe.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
Familiares e cuidadores participam das decisões e recebem orientação ao longo do acompanhamento.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. Não há cura para o Alzheimer. A estimulação é estudada como apoio, e o uso ainda é investigacional.
Os estudos se concentram nas fases leves. A avaliação considera o momento da doença e o objetivo da família.
Não. A medicação segue sob decisão do médico.
A equipe combina com a família, na avaliação, como acompanhar as sessões.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.