Estimulação cerebral não invasiva estudada como apoio à reabilitação da deglutição depois de AVC e em outras condições neurológicas, junto com a fonoaudiologia que a pessoa já faz.
Disfagia é a dificuldade para engolir. Quando a causa é uma lesão ou doença do sistema nervoso, como AVC, Parkinson, esclerose múltipla ou traumatismo craniano, ela é chamada de neurogênica.
Tossir ou engasgar ao comer, sentir a comida parada na garganta, voz molhada depois de engolir e perda de peso são sinais de alerta. A disfagia pode levar o alimento para o pulmão, por isso precisa de avaliação médica e fonoaudiológica.
A estimulação cerebral não invasiva é estudada como apoio à reabilitação da deglutição, com mais estudos na disfagia depois do AVC. Em outras causas, o uso segue em estudo.
Na Magvida, as sessões são pensadas em conjunto com a fonoaudiologia que a pessoa já faz, que define a consistência segura dos alimentos e conduz os exercícios de deglutição.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, combinadas com o que é trabalhado na fonoaudiologia.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é pensada em conjunto com a terapia de deglutição, em diálogo com o fonoaudiólogo que já acompanha a pessoa.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. A terapia de deglutição é a base, e a estimulação vem como apoio.
Não. A consistência dos alimentos é definida pelo fonoaudiólogo e pelo médico.
Pode ser. Engasgos frequentes, febre ou tosse depois de comer pedem avaliação médica o quanto antes.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.