Apoio não invasivo para fadiga, dor e movimento na esclerose múltipla, na neuromielite óptica e em outras doenças desmielinizantes.
Nas doenças desmielinizantes, o sistema de defesa do corpo ataca o sistema nervoso e danifica a mielina, a capa que protege os nervos e ajuda a mensagem a passar. A esclerose múltipla é a mais conhecida. A neuromielite óptica é mais rara e atinge, em especial, o nervo da visão e a medula.
Os sintomas variam: cansaço intenso, formigamento, fraqueza, rigidez, desequilíbrio, dor, alterações na visão e na bexiga. O tratamento da doença é conduzido pelo neurologista, com remédios que reduzem os surtos.
Na esclerose múltipla, a estimulação não invasiva é estudada como apoio para a fadiga, a dor e a rigidez muscular, sempre somada ao exercício. Na neuromielite óptica, os estudos ainda são poucos e o uso segue em estudo.
Na Magvida, a estimulação é feita fora dos períodos de surto e em diálogo com o neurologista. O exercício orientado continua sendo a base do cuidado.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, acopladas a exercícios orientados pela equipe.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é somada ao exercício e ao tratamento com o neurologista, respeitando o momento da doença.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. Durante o surto, a prioridade é o tratamento médico. A estimulação é retomada depois, com o quadro estável.
Não. Os remédios que controlam a doença seguem sob decisão do neurologista.
Pode ser avaliada, mas há poucos estudos. A equipe explica com clareza o que se sabe antes de começar.
A estimulação não aquece o corpo. O ritmo dos exercícios respeita a fadiga e a sensibilidade ao calor de cada pessoa.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.