Estimulação não invasiva somada ao treino de equilíbrio para quem sente insegurança ao andar, desequilíbrio ou medo de cair por causa de uma condição neurológica.
O equilíbrio depende da visão, do ouvido interno, da sensibilidade dos pés, da força muscular e do cérebro, que junta todas essas informações. Quando uma dessas partes falha, a pessoa pode sentir tontura ou insegurança para andar.
AVC, Parkinson, esclerose múltipla, ataxias, neuropatias e o próprio envelhecimento estão entre as causas. Tontura que começa de repente, com fala enrolada ou fraqueza, é emergência: ligue para o SAMU (192).
A estimulação não invasiva é estudada como apoio ao treino de equilíbrio em algumas condições neurológicas. A evidência varia conforme a causa, e em várias delas o uso segue em estudo.
Na Magvida, o treino de equilíbrio e de força é a base. A estimulação pode ser somada quando a avaliação mostra que faz sentido para o seu caso.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, acopladas a exercícios orientados pela equipe.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
O exercício é a base, e a estimulação entra quando a avaliação indica que pode somar.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Tontura que vem do ouvido interno é tratada primeiro pelo médico, em geral o otorrino. A estimulação é estudada em alterações de origem neurológica.
Sim. Saber a causa orienta o plano. Se ainda não houver diagnóstico, a equipe orienta qual médico procurar.
Não. O treino de equilíbrio segue sendo a base.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.