Estimulação cerebral não invasiva como apoio à reabilitação da linguagem depois de um AVC ou de outra lesão no cérebro, junto com a fonoaudiologia que a pessoa já faz.
Afasia é a dificuldade de usar a linguagem depois de uma lesão no cérebro, mais comum depois de um AVC. A pessoa pode ter dificuldade para achar palavras, montar frases, entender o que ouve, ler ou escrever.
Em geral, a inteligência continua preservada. O que muda é o acesso às palavras. A reabilitação da linguagem é conduzida pelo fonoaudiólogo, e o apoio da família faz muita diferença.
A estimulação cerebral não invasiva é estudada na afasia como apoio à terapia de linguagem, para favorecer a neuroplasticidade nas áreas ligadas à fala e à compreensão. Os estudos olham, em especial, para a afasia depois do AVC.
Na Magvida, as sessões são pensadas em conjunto com a fonoaudiologia que a pessoa já faz. A estimulação não substitui a terapia de linguagem.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, combinadas com o que é trabalhado na fonoaudiologia.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é pensada em conjunto com a terapia de linguagem, em diálogo com o fonoaudiólogo que já acompanha a pessoa.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. A terapia de linguagem é a base, e a estimulação vem como apoio.
Cada caso é avaliado individualmente, considerando o tempo desde a lesão e a terapia em andamento.
Não. A avaliação é adaptada, e a família participa para ajudar na conversa.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.