Estimulação não invasiva somada ao exercício como apoio para dor, movimento e rotina de quem vive com lesão na medula espinhal.
A medula espinhal leva as mensagens entre o cérebro e o corpo. Quando ela sofre uma lesão, por acidente, queda, tumor ou doença, podem ficar perda de força e de sensibilidade abaixo do ponto lesado, rigidez muscular e alterações no intestino e na bexiga.
Muitas pessoas com lesão medular também convivem com dor neuropática, uma dor em queimação ou choque que pode ser difícil de controlar.
A estimulação não invasiva é estudada na lesão medular como apoio no controle da dor neuropática e como reforço ao treino motor da força que ficou preservada. Para a parte motora, o uso ainda é investigacional.
Na Magvida, as sessões são somadas ao exercício e às terapias que a pessoa já faz. O objetivo é apoiar a autonomia possível em cada caso, sem promessa de recuperação.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, acopladas a exercícios orientados pela equipe.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é somada ao exercício e às terapias em andamento, com metas combinadas com a pessoa e a família.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não há essa promessa. A técnica é estudada como apoio à dor e ao treino da função que ficou preservada.
A dor neuropática é uma das frentes mais estudadas. A indicação é feita na avaliação.
Não. O exercício segue sendo a base da reabilitação.
Implantes na coluna, bombas de medicação, estimuladores e marca-passo são avaliados caso a caso. O ponto que mais pede atenção é metal ou aparelho eletrônico na cabeça.
Ajuda muito. Laudos e exames de imagem orientam o plano.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.