Avaliação individual para saber se a estimulação não invasiva pode apoiar o cuidado das contrações involuntárias da distonia, junto com o tratamento médico.
Distonia é um distúrbio do movimento em que os músculos se contraem sem a pessoa querer, levando a torções, posturas anormais ou movimentos repetidos. Pode atingir só uma parte do corpo, como o pescoço, as pálpebras ou a mão ao escrever, ou várias partes.
O diagnóstico e o tratamento principal são feitos pelo neurologista. A aplicação de toxina botulínica, os remédios e a fisioterapia estão entre as opções mais usadas.
A estimulação cerebral não invasiva é estudada na distonia para modular os circuitos que controlam o movimento. A evidência ainda é pequena, e o uso segue em estudo.
Na Magvida, a indicação é feita caso a caso e sempre como complemento ao tratamento com o neurologista, junto com exercícios de controle e postura.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, acopladas a exercícios orientados pela equipe.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação só é indicada quando faz sentido para o seu tipo de distonia, junto com o tratamento médico.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. A aplicação de toxina e os remédios seguem sob decisão do neurologista.
Os estudos ainda são poucos. Na avaliação, a equipe explica o que se sabe sobre o seu caso.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Na avaliação, a equipe explica o que é necessário. Trazer laudos e relatórios do neurologista ajuda a definir o plano.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.