Avaliação criteriosa para saber se a estimulação cerebral não invasiva pode apoiar a fase depressiva do transtorno bipolar, junto com o acompanhamento psiquiátrico.
O transtorno bipolar alterna fases de depressão com fases de euforia ou irritação intensa, chamadas mania ou hipomania. Entre uma fase e outra, a pessoa pode ficar bem por longos períodos.
O tratamento é conduzido pelo psiquiatra, com medicação para estabilizar o humor, e costuma incluir psicoterapia. Manter o acompanhamento regular é o que mais protege contra novas crises.
Há estudos com estimulação cerebral não invasiva na fase depressiva do transtorno bipolar, mas a evidência ainda é menor do que na depressão comum e o uso segue em estudo.
Existe um cuidado a mais: há relatos raros de virada para a euforia. Por isso, na Magvida, a indicação considera o acompanhamento psiquiátrico, e o humor é observado a cada sessão.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, com a equipe ao lado durante todo o tempo.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é pensada junto com o acompanhamento psiquiátrico e não substitui a medicação.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. Os estudos olham para a fase depressiva. Na fase de euforia, a estimulação não é indicada.
Não. O estabilizador de humor e os demais remédios seguem sob decisão do psiquiatra.
Esse risco é raro, mas existe. Por isso o humor é acompanhado a cada sessão, em contato com o psiquiatra.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Para este caso, o ideal é que o psiquiatra esteja ciente da avaliação.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.