Estimulação cerebral não invasiva somada ao exercício como apoio à marcha, ao movimento e ao humor de quem vive com a doença de Parkinson.
A doença de Parkinson acontece quando o cérebro passa a produzir menos dopamina, uma substância que ajuda a controlar os movimentos. Tremor em repouso, lentidão, rigidez e passos curtos são os sinais mais conhecidos.
Também podem aparecer alterações de equilíbrio, voz mais baixa, intestino preso, sono ruim, ansiedade e depressão. O tratamento é conduzido pelo neurologista, com medicação, e o exercício regular faz parte do cuidado.
A estimulação cerebral não invasiva é estudada no Parkinson como apoio para a marcha, a lentidão dos movimentos e a depressão que pode acompanhar a doença. Os resultados variam, e ela soma ao tratamento, sem substituir a medicação.
Na Magvida, as sessões são acopladas a exercícios de marcha, equilíbrio e coordenação, em diálogo com o neurologista que acompanha o caso.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, acopladas a exercícios orientados pela equipe.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é somada ao exercício e ao tratamento com o neurologista, sem substituir a medicação.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Não. A medicação segue sob decisão do neurologista. A estimulação é um apoio.
Os estudos olham mais para a marcha, a lentidão e o humor. O efeito no tremor é menos claro, e isso é conversado na avaliação.
Não. Aqui não há cirurgia nem implante. A estimulação é feita por fora da cabeça.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
De preferência no período em que a medicação está fazendo efeito, para aproveitar melhor os exercícios. A equipe orienta.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.