Avaliação individual para saber se a estimulação não invasiva pode apoiar a reabilitação da fala arrastada ou pouco clara de origem neurológica.
Disartria é a dificuldade de falar por causa de alteração no controle dos músculos da fala. A voz pode sair arrastada, fraca, rouca ou pouco clara. Diferente da afasia, a pessoa sabe o que quer dizer, mas a fala não sai como deveria.
Ela aparece depois de AVC e traumatismo craniano, e também no Parkinson, na esclerose múltipla e nas ataxias. A reabilitação da fala é conduzida pelo fonoaudiólogo.
A estimulação cerebral não invasiva é estudada como apoio à terapia de fala na disartria. A evidência ainda é pequena, e o uso segue em estudo.
Na Magvida, a indicação é feita caso a caso e sempre junto com a fonoaudiologia que a pessoa já faz.
Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.
Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, combinadas com o que é trabalhado na fonoaudiologia.
A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.
Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.
A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.



A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.
Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.
A estimulação é pensada em conjunto com a terapia de fala, em diálogo com o fonoaudiólogo que já acompanha a pessoa.
Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.
Na disartria, o problema está no controle dos músculos da fala. Na afasia, está no uso da linguagem, como achar as palavras.
Não. A terapia de fala é a base, e a estimulação vem como apoio.
Não. O uso na disartria ainda é investigacional, e a resposta varia.
A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.
Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.
Nossa equipe está pronta para tirar suas dúvidas e agendar sua avaliação. Respostas rápidas em horário comercial.