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Disartria

Neuromodulação na disartria

Avaliação individual para saber se a estimulação não invasiva pode apoiar a reabilitação da fala arrastada ou pouco clara de origem neurológica.

Mulher fazendo exercício de fala em frente ao espelho

O que é disartria

Disartria é a dificuldade de falar por causa de alteração no controle dos músculos da fala. A voz pode sair arrastada, fraca, rouca ou pouco clara. Diferente da afasia, a pessoa sabe o que quer dizer, mas a fala não sai como deveria.

Ela aparece depois de AVC e traumatismo craniano, e também no Parkinson, na esclerose múltipla e nas ataxias. A reabilitação da fala é conduzida pelo fonoaudiólogo.

O papel da neuromodulação

A estimulação cerebral não invasiva é estudada como apoio à terapia de fala na disartria. A evidência ainda é pequena, e o uso segue em estudo.

Na Magvida, a indicação é feita caso a caso e sempre junto com a fonoaudiologia que a pessoa já faz.

Frentes de cuidado

  • Fala: apoio ao trabalho feito na fonoaudiologia
  • Comunicação: estratégias para conversar com mais clareza
  • Família: orientação para facilitar as conversas em casa

Como funciona o tratamento

1. Avaliação individual

Conversa e avaliação do quadro, dos exames e dos tratamentos em andamento, para montar um plano junto com você e, quando for o caso, com a família e os demais profissionais.

2. Sessões de estimulação

Sessões de estimulação cerebral não invasiva, sem cortes e sem internação, combinadas com o que é trabalhado na fonoaudiologia.

3. Reavaliação contínua

A evolução é acompanhada de perto, e o protocolo é ajustado conforme a resposta de cada pessoa.

O que esperar do tratamento

Cada caso é diferente, e a resposta ao tratamento varia de pessoa para pessoa. A neuromodulação soma ao cuidado que você já recebe e não substitui nenhuma parte dele. Na avaliação inicial, a equipe explica com transparência o que a técnica pode oferecer no seu caso.

A indicação da neuromodulação depende de avaliação individual, da técnica usada, do objetivo do tratamento e das evidências científicas disponíveis para cada condição. Em algumas aplicações, o uso ainda é investigacional, ou seja, segue em estudo.

Fisioterapeuta posicionando a bobina de estimulação magnética na cabeça da paciente
Fisioterapeuta ajustando a touca antes da sessão
Paciente sorrindo ao fim da sessão na Clínica Magvida
Como é a sessão na Magvida

Você vê o tratamento antes de começar

A sessão acontece numa poltrona, com você acordado e sem anestesia. A equipe marca o ponto certo na touca, posiciona a bobina e acompanha do começo ao fim. Depois, você volta para a rotina no mesmo dia.

Por que tratar na Magvida

Cuidado com ciência e proximidade

Não invasivo

Procedimento sem cortes, sem anestesia e sem internação, realizado em sessões na própria clínica.

Junto com a fonoaudiologia

A estimulação é pensada em conjunto com a terapia de fala, em diálogo com o fonoaudiólogo que já acompanha a pessoa.

Acompanhamento

Evolução monitorada de perto pela equipe, com espaço para tirar dúvidas em cada etapa.

Perguntas frequentes

Na disartria, o problema está no controle dos músculos da fala. Na afasia, está no uso da linguagem, como achar as palavras.

Não. A terapia de fala é a base, e a estimulação vem como apoio.

Não. O uso na disartria ainda é investigacional, e a resposta varia.

A maioria das pessoas tolera bem. O mais comum é sentir batidinhas ou um desconforto leve no couro cabeludo e, às vezes, dor de cabeça passageira. A equipe acompanha a sessão e ajusta se for preciso.

Sim, como implantes metálicos ou eletrônicos na cabeça e histórico de convulsões. Tudo é avaliado antes.

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EndereçoFourth Medical Center, Av. Manoel Mendes de Camargo, 2331, Sala 304 A, Centro, Campo Mourão, PR
HorárioSegunda a sexta, das 08h às 18h
E-mailclinicamagvida@gmail.com
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